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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Aos 16. Aos 26. Aos 66.

* Que mundo mais bizonho.

* Quem disse as frases abaixo? A Mallu (16), a Suzana (66) ou a Vanessa (26)?

1- "O Marcelo me beijava muito. Imagina se eu não gostava? Eu, que sempre gostei de sexo, amor e carinho? Se ele me completava nesse departamento, não precisava falar de museu."

2- "Não gosto da presunção, do hábito de se levar muito a sério"

3- "Foi (um processo) doloroso, quase que (um processo) pungente, atormentador"

* Lembrei agora da Revista da Folha. Aquela seção "Quem Diria: As Máximas em Qualquer idade", sabem? Sempre leio aquilo.

* Bem, a "Vanessa" entrou aqui por tabela, coitada, não deveria. Por questão de efeito (de idade) e por outro motivo que explico lá embaixo. Vamos às moçoilas:

Frase 3, Aos 16: Mallu Magalhães

* Um amigo me alertou quando a Mallu apareceu no Serginho Groisman, mas me deu preguiça de ver. Daí o Matias postou este vídeo editado e comentado e não acreditei. Coitado do Wagner Moura. Coitada da Flávia Alessandra. Eles saíram dali sem fé na humanidade. Parabéns ao paciente que editou isso:


* Sei que a frase 1 poderia ter saído da boca da Mallu, mas acho que o Marcelo Camelo deve até curtir um museu de vez em quando, então, resposta errada.

Frase 1, Aos 66: Suzana Vieira

* Nem sabia qual frase da Suzana Vieira (na VEJA desta semana) eu deveria escolher. Isso sim é novela, gente. Isso sim é tablóide pra gente fina ler:

[ Entrevista "bombástica" da Suzana Vieira para a Veja ]

Frase 2, Aos 26: Vanessa Barbara

* Eu tenho que admitir que nunca tinha ouvido falar na Vanessa Barbara. Eu também não assino o Estadão, e vejam só como são as coisas... Só cheguei na menina acima por causa da Suzana Vieira! Ou melhor, porque comprei o pacotão Estadão + Veja por x reais de desconto. =)

Pois bem. Lá no finalzinho do Caderno 2 tem uma seção chamada "Antologia Pessoal", que ontem continha uma entrevista com ela sobre livros e livros e mais livros. Não conheço essa seção do jornal e não sei se é sempre assim e sobre isso, mas achei bem interessante. 

Fiquei imaginando como eu responderia todas aquelas perguntas e me deu um desespero. Eu me dei conta que, apesar de ser alguns bons anos mais velha que a "jornalista, tradutora e escritora Vanessa", não tinha nem um terço da "bagagem literária" que ela tem. Sabe aquele "fón fón fón fón" de desenho animado? Foi o que tocou depois que comecei a tentar bolar as minhas respostas.

E foi assim que, em questão de segundos, eu joguei toda aquela minha recém-adquirida superioridade "não-era-tão-mané-assim-aos-16" + "nunca-cairia-nessa-aos-16-muito-menos-aos-66", por uma humilde sensação de inferioridade "poderia-ter-feito-muito-mais-aos-26".

* Vanessa Barbara, conforme aprendi, além de tradutora, escreve para a Revista Piauí, é colunista do Estadão, escreveu 2 livros e edita o site A Hortaliça. Ufa. Abaixo, a humilhante entrevista ao Estadão:

[ Antologia Pessoal com Vanessa Barbara ]