terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Carnaval com Portishead

USB stick do Portishead com músicas do THIRD

* Folia zero por aqui. Na minha rua, parece mais dia de finados que carnaval.

* Aproveitei para abastecer o computador novinho com programas, fotos, músicas e apps. Delícia. Lembrei da caixa -LINDA- do Porstishead que ganhei no ano passado. Dentro da caixa, além dos vinis, vinha um USB stick (foto) em formato de P com o último álbum para download. Coisa fina.

* Repassei as músicas para o ainda pelado iTunes e só desta vez, com mais paciência, percebi vários vídeos escondidos dentro do presentinho. De performances ao vivo a captações caseiras e momentos "Portishead-são-gente-como-a-gente", com cenas da banda entre filhos e cachorros. Ganhei o dia. 

sábado, 7 de fevereiro de 2009

O corpo (e a alma) do negócio

"Quer pagar quantôô?"

* Um dólar a mais por dia, durantes 365 dias. Esse é o preço que o americano Jason Sadler cobra para terceirizar seu guarda-roupa. E seu corpinho.

* No (quase que) bom sentido. Não é uma coisa Rico Mansur, vejam bem, que tem 365 camisetas diferentes da cerveja Itaipava. Por um ano, Jason vai vestir uma camiseta de uma empresa diferente por dia fazendo um merchan totally 2.0. Ele vai andar com ela por aí, tirar fotos e postar no Flickr, fazer vídeos para o YouTube, posts no blog I Wear Your Shirt, twittar sobre a empresa, etc. 

* No About Me do site:
"I am selling every day of the year at face value, so January 1 is $1 and December 31 is $365. I will be selling all 365 days without exception! So what do you get for the day(s) you purchased? Well I’m glad you asked. You mail me your shirt (size: X-Large) and you get:

Daily Video on YouTube & Ustream.tv
Daily Photos on the blog & Flickr
Daily Posts on the blog & Twitter"
* "Pagando bem, que mal tem?": A empresa que quiser pagar por esse marketing barato tem que correr. Jason cobra um dólar a mais por dia do ano. O dia 01/01/2009 custou US$ 1,00 dólar, dia 02 - US$2 dólares e assim por diante.

* Ele está com todos os dias até o final de julho SOLD OUT, o que significa que, a próxima twittada de Jason não sairá por menos de US$ 221,00 - data livre para o dia 09 de agosto (até o "encerramento" deste post). Clique aqui para checar o calendário.

* Jason tem se saído bem, levando em conta os acessos na página do Flickr e a quantidade de entrevistas que tem dado. Já as empresas, não sei. 

* Percebi que alguns amigos também ajudaram, comprando os dias mais "baratinhos". O pai dele pagou para que ele usasse uma camiseta do time dele de basquete por um dia, por exemplo. Outro cara/empresa pagou para que ele fizesse um "I Wear No Shirt", ficando sem camisa e usando um adesivo apoiando o Obama (e o site) no dia da posse do presidente americano: 



* Será que se as empresas brasileiras gostarem da idéia vamos começar a ter, além dos já tão (mal) falados "posts pagos", blogueiros dando uma de Rico Mansur por aí?

---> Site Oficial:

[ I Wear Your Shirt ]

As fotos foram tiradas do Flickr do Jason.

EcoChatice

* Ah não. Agora nem calcinhas bacanas podemos usar em paz. Não vou me sentir culpada, desculpa meio-ambiente!

* Quando o "ecofriendly" perde todo o tesão (literalmente):


* Sim, as meninas ficam peladas no final. Essa é a moral da história?

* E como estou muito preocupada com o terrível mal que as minhas "knickers" estão fazendo ao planeta: corram, meninas! A PUKET do Shopping Higienópolis está vendendo calcinhas lindas por apenas $14,90.

* A campanha xô-calcinhas acima é da organização More Than Pretty Knickers, que luta por uma mudança radical na indústria textil (mais especificamente nas fábricas de calcinha). Esqueça tudo que o seu ginecologista disse sobre os benefícios da calcinha de algodão: segundo o site, elas são as vilãs dessa história.

---> Preguicinha. Site Oficial:

[ Mais do que apenas uma calcinha bonita ]

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Cheeega

* Até quando vamos aguentar a Obamamania?

* Todo dia recebo um novo. Uns horríveis, com ironia zero. Outros, bons demais. Mas... deu, né?

* os TOP 3 da onda Obama-Poster-Mania (até agora):

Versão Dude, Vi no Pop Candy



Versão Bowie, lá do Obamiconme



Versão Bambi, link rodado no twitter



* O Obama versão Mussum, o já famoso OBAMIS, é hors concours, claro.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

De Plástico

[ "If I could be who you wanted all the time" ]

* Jeff Tweedy cantando "Fake Plastic Trees" do Radiohead. Não há mais nada que eu precise ouvir hoje.


"She looks like the real thing.
She tastes like the real thing.
My fake plastic love.
But I can't help the feeling.
I could blow through the ceiling if I just TURN and RUN.
And it wears me out."

* Lindo, não?

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Dog Descontrol III

* Post não indicado para quem não gosta de animais ou não concorda comigo e com o Mickey Rourke.

Me leva pra casa?

* Daqui a pouco ninguém mais aguenta ver os desenhos do Shepard Fairey por aí. Além de todo o auê com os trabalhos para a campanha do Obama e ainda esta semana com o logo especial para o Google no Martin Luther King's Day, ele fez esse servicinho amigo aí pro site de adoção de animais Muts Like Me ("Vira-latas Como Eu").

* No site dá para pegar esse poster em tamanhos diferentes. Também dá para ajudar, claro, mas o site é gringo e se você estiver mesmo interessado, tem centenas como esse no Brasil.

* A "onda cachorro" está grande, por todos os lugares e mídias. E começou bem antes do discurso emocionado do Mickey Rourke no Globo de Ouro, dedicando o prêmio ao fiel cachorrinho porque "no final eles são só o que nos restam". Foi de lá pro PETA, como o Lucio postou, em campanha para castrar animais. É o PETA sendo oportunista, esperto e marketeiro. Mas eu gostei mesmo assim:

* Tirando a propaganda do cachorro-peixe do SpaceFox, que eu adoro e acho bem humorada, toda vez que aparece um cachorro em comercial é mais uma chantagem emocional que qualquer outra coisa. 

* Aquele que está sendo veiculado agora, em campanha para doação de órgãos é uma covardia. Pra que gente? Eu sinto mais pena do cãozinho sem dono do que do cara no porta-retrato que morreu. Não dá. Nem o slogan "Quando você doa seus órgãos, uma parte de você continua viva" me comove mais que ele. Sem contar que eu prestava tanta atenção no cachorro que levei um tempão para entender a propaganda. haha


* Triste & piegas, mas boa, era uma que vi no passado, acho, passeando pelo YouTube. O cachorro, enquanto "bicho com cara triste que comove e vende", serve aqui para vender... celular. É bem bonito e ju-ro que entendo e até sinto a agonia do cara no início e a alegria descontrolada que ele sente no final. I'm a Target Market, hello? Emocionante:


* Na música: Só nessas últimas semanas, Morrissey e a banda Bodies of Water fizeram dos cãezinhos seus protagonistas. Um é leve, já que o Morrissey nunca deixaria alguém brilhar mais que ele. O outro, pesaaaado demais.
* Aqui, Morrissey se divertindo com os pequenos em fundo branco, no vídeo de seu novo single, "I'm Throwing My Arms Around Paris": 


* Eu adoro essa música do Bodies of Water, que me lembra muito o Arcade Fire naquela fase boooa do "Funeral". Linda e tensa. Depois do vídeo então, piorou. 

* Tem um caçador de diamantes, uma floresta, um cachorro que morre, um cachorro guardião e vingativo, uma criança que mexe onde não devia e um final feliz. Para o cachorro. Quase um curta, não um clipe:

Bodies of Water, "Under The Pines"


* Nada a ver, mas tudo a ver: tem aquele vídeo antigo do Vitalic que só usava cachorros, lembram? Eu adorava um poodle com cara de assassino e um pincher dando um salto de ginasta que aparecem ali. Prefiro não imaginar como ele foi feito. Será que eles jogavam os cachorros de um lado pro outro sem dó? Ou hipnotizaram todos com muito laser?

Vitalic - Poney Part 1


* Nos blogs: para terminar, duas fotinhos ótimas que vi pelos blogs.

* No da Dani Arrais, um momento dog-passion com o casal Agnes Deyn e Albert Hammond Jr:



* No do Matias (que por sua vez, tinha visto no da Thaís), um spoiler terrível. Hahaha:



terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Azedinho.Doce

* O amigo Rafael Primo já apareceu aqui antes com o "Manual Para Atropelar Cachorro", filme baseado em história de Daniel Galera e que acabou ganhando 3 Kikitos em Gramado. Que orgulho.

* Ele me mandou hoje o trailer de seu novo curta... Chorei, chorei. Quando eu tiver mais detalhes coloco aqui.

[ Doce.AMAR.Go ]

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Aos 16. Aos 26. Aos 66.

* Que mundo mais bizonho.

* Quem disse as frases abaixo? A Mallu (16), a Suzana (66) ou a Vanessa (26)?

1- "O Marcelo me beijava muito. Imagina se eu não gostava? Eu, que sempre gostei de sexo, amor e carinho? Se ele me completava nesse departamento, não precisava falar de museu."

2- "Não gosto da presunção, do hábito de se levar muito a sério"

3- "Foi (um processo) doloroso, quase que (um processo) pungente, atormentador"

* Lembrei agora da Revista da Folha. Aquela seção "Quem Diria: As Máximas em Qualquer idade", sabem? Sempre leio aquilo.

* Bem, a "Vanessa" entrou aqui por tabela, coitada, não deveria. Por questão de efeito (de idade) e por outro motivo que explico lá embaixo. Vamos às moçoilas:

Frase 3, Aos 16: Mallu Magalhães

* Um amigo me alertou quando a Mallu apareceu no Serginho Groisman, mas me deu preguiça de ver. Daí o Matias postou este vídeo editado e comentado e não acreditei. Coitado do Wagner Moura. Coitada da Flávia Alessandra. Eles saíram dali sem fé na humanidade. Parabéns ao paciente que editou isso:


* Sei que a frase 1 poderia ter saído da boca da Mallu, mas acho que o Marcelo Camelo deve até curtir um museu de vez em quando, então, resposta errada.

Frase 1, Aos 66: Suzana Vieira

* Nem sabia qual frase da Suzana Vieira (na VEJA desta semana) eu deveria escolher. Isso sim é novela, gente. Isso sim é tablóide pra gente fina ler:

[ Entrevista "bombástica" da Suzana Vieira para a Veja ]

Frase 2, Aos 26: Vanessa Barbara

* Eu tenho que admitir que nunca tinha ouvido falar na Vanessa Barbara. Eu também não assino o Estadão, e vejam só como são as coisas... Só cheguei na menina acima por causa da Suzana Vieira! Ou melhor, porque comprei o pacotão Estadão + Veja por x reais de desconto. =)

Pois bem. Lá no finalzinho do Caderno 2 tem uma seção chamada "Antologia Pessoal", que ontem continha uma entrevista com ela sobre livros e livros e mais livros. Não conheço essa seção do jornal e não sei se é sempre assim e sobre isso, mas achei bem interessante. 

Fiquei imaginando como eu responderia todas aquelas perguntas e me deu um desespero. Eu me dei conta que, apesar de ser alguns bons anos mais velha que a "jornalista, tradutora e escritora Vanessa", não tinha nem um terço da "bagagem literária" que ela tem. Sabe aquele "fón fón fón fón" de desenho animado? Foi o que tocou depois que comecei a tentar bolar as minhas respostas.

E foi assim que, em questão de segundos, eu joguei toda aquela minha recém-adquirida superioridade "não-era-tão-mané-assim-aos-16" + "nunca-cairia-nessa-aos-16-muito-menos-aos-66", por uma humilde sensação de inferioridade "poderia-ter-feito-muito-mais-aos-26".

* Vanessa Barbara, conforme aprendi, além de tradutora, escreve para a Revista Piauí, é colunista do Estadão, escreveu 2 livros e edita o site A Hortaliça. Ufa. Abaixo, a humilhante entrevista ao Estadão:

[ Antologia Pessoal com Vanessa Barbara ]

"O Melhor Molho À Bolonhesa Ever"

* Duas considerações antes de iniciar este post gastronômico, com a foto de um prato que por incrível que pareça foi feito por mim + ajudante, e não apenas experimentado em um restaurante qualquer:

1- Eu não cozinho. Sou apaixonada por molho à bolonhesa. Fazer um molho à bolonhesa como o da foto abaixo, muito mais gostoso que o do Gigio e que o do Jardim de Napoli vale sim uma menção no blog. Orgulho de mim mesma, pípol!
2- O título que pode soar pedante não é meu, mas sim da Rita Lobo, de quem copiei a receita. 

* Atenção: se eu fiz é porque é fácil mesmo. E se eu postei, é porque é o "melhor EVER". Seriously.

Ai que orgulho, Brasil!

* Para o molho:

500g de carne moída
1 colher de sopa de óleo
3 colheres de manteiga
1/2 xícara de cebola picada
1 xícara de cenoura picada
1 xícara de salsão picado
1 xícara de leite
1 xícara de vinho branco seco
1 1/2 xícara de tomate italiano sem pele (com o liquido da lata)
1 pitada de noz-moscada
sal e pimenta do reino

* Modo de Preparo:

1- Ingredientes devem ser picados bem fininho ((nota da cozinheira preguiçosa: eu piquei tudo de qualquer jeito mesmo.))

2- Leve uma panela ao fogo médio. Junte o óleo, a manteiga e a cebola. Refogue, mexendo sempre, até que a cebola fique transparente. Adicione a cenoura e o salsão picados e refogue por 2 minutos, mexendo sem parar.

3- Acrescente a carne moída e misture com um garfo. Tempere com sal e pimenta e refogue, mexendo sempre, até que a carne perca a cor rosada de carne crua.

4- Junte o leite e mexa até que seque completamente. Tempere com uma pitada de noz moscada.

5- Adicione o vinho e deixe cozinhar até secar.

6- Abaixe o fogo, junte os tomates sem pele (com o líquido da lata) e deixe cozinhar por 3 horas, com a panela tampada mexendo de vez em quando. O fogo deve estar baixíssimo; caso contrário, o molho irá grudar no fundo da panela. Se começar a secar, acrescente 1/2 xícara de água quente. 

((Nota da cozinheira acidental: claro que meu molho quase grudou e quase queimou. Deu uma insegurança e acabei deixando no fogo somente por 2 horas. Funcionou mesmo assim))

* E isso! Daí é só escolher sua massa preferida e preparar conforme as instruções da embalagem. Ela sugeriu penne e foi o que usamos, mas para mim, macarrão à bolonhesa tem que ser com espaguete!

* Essa receita foi tirada do livro novo da Rita Lobo, A conversa chegou à cozinha", "O Melhor Molho à Bolonhesa Ever", página 125. A foto é minha! =)

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Rabiscos Indie - Leitura de Férias I

Bands On The Road: The Tour Sketchbook

* A pilha de livros com a tag "para as férias" sempre acumula nessa época do ano, quando deveria diminuir. Acabo comprando mais e tenho aquele hábito terrível (nem tanto) de julgar tudo pela capa. Normal. Acho. Quem não gosta de um livrinho bonito mas ordinário enfeitando a mesa da sala?

* O livro acima eu ganhei de presente. E quem me deu também julgou pela capa. Só pela capa, aliás. A da frente trazia a palavra "Bands". Check. A parte de trás (que vem com um elastiquinho tipo moleskine) trazia uma lista grande de "bandas indies que tinham a minha cara". Check. Juntando 2 + 2, como me confessou o cara do presente, parecia um presente mais que óbvio. Fiquei feliz. E um tanto intrigada por ser óbvia demais.

* Ok, ao livro. Ele ultrapassou todos da lista e resolvi ler naquele dia mesmo. Trata-se de uma coletânea de 304 desenhos feitos por bandas indie em turnê. Um moleskine público on the road. Rabiscos e desenhos em aquarela, giz de cera, caneta Bic, lápis preto...

Puro Ecstasy, by Noel Gallagher em Ibiza

* Cada banda foi convidada a botar no papel, em forma de desenho, qualquer coisa que sentisse ou visse durante uma turnê.

A Vista da Pick-up, by Belle & Sebastian

* Podia ser uma memória de infância (como o desenho horrível do Guy Berryman do Coldplay, sobre o dia em que ele se perdeu no Pompidou), uma cena da balada ou dos bastidores, uma lembrança bizarra (o Brendan Benson desenhou as vitrines humanas do Red Light District em Amsterdam, durante turnê dos Raconteurs), sonhos (o mais comum), ficção (como a que acompanha a pintura em aquarela do British Sea Power) e devaneios sem noção, claro, como o desenho-roteiro do doido do Pete Doherty.

Devaneios de Pete Doherty

* Cada desenho vem com uma pequena caption para atiçar a imaginação, e no final do livro você encontra as histórias de cada um deles contadas por quem desenhou. A quem interessar, coloquei aqui uns trechos do textinho do Pete Doherty, tentando explicar mais ou menos o que ele desenhou. Vê se dá para acreditar numa história mirabolante como essa:

As aventuras de Doherty em uma favela russa:


---> "(...) Quando eu era desempregado em Londres e vivia sem dinheiro algum, eu era tipo um poeta. O Governo mandava jovens desempregados e alguns artistas para Moscou, e foi assim que eu fui escrever poemas na Rússia.(...) Um diretor me levou para as favelas de Moscou e eu me lembro de ter passado quatro dias por lá. Ninguém falava inglês e eu não falava russo. Eles costumavam passear pelas florestas escuras, e foi isso que eu desenhei. Todo tipo de coisa estranha acontecia por lá... (...) Fizemos um filminho, bem dark na verdade, e no filme eu tinha que fingir que estuprava uma garota, que era atriz. Bem estranho, mas eu me apaixonei mesmo assim e morei com ela por 4 dias.

Quando eu decidi voltar a Moscou (...) ela enlouqueceu. Ela me amarrou e me trancou num quarto. (...) Eu consegui fugir (...) , voltei para Moscou e foi então que eu descobri o submundo russo fodido e os guetos de droga da Máfia, foi demais. (...) Não saber onde eu iria ficar, ou o que iria fazer... só com minha guitarra nas costas e uma capa comprida. Tudo era uma questão de sobrevivência. Não havia limites, tudo era possível, tudo podia acontecer e aconteceu."<---

* Também no final do livro (o prefácio é do Maximo Park), uma lista de todas as bandas que participaram, com uma mini-bio:



* Não é um presentão? A lista de bandas é grande! Tem Bloc Party, Interpol, The Killers, Kaiser Chiefs, Franz Ferdinand... não vou colocar todas para não estragar a surpresa.

---> Para Comprar:

[ @ Amazon ]

[ @ Livaria da Vila ] (o presente veio de lá, mas acabei de entrar no site e não achei!)

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Blame It On Slow Blogging, pípol!

Foto Minha, Livro Alheio

* Feliz 2009, Brasil-il-il! O ano começou hoje. Vários kilos a mais, reais a menos, livros empilhados no chão, mala pra desfazer, nenhuma marca de biquini, feeds atolados, um Mac novinho pronto para ser explorado, etc.

* Queria poder dizer que virei praticante full-time do movimento slow blogging, mas é pura mentira. E vamos combinar que esse papo de "slow blogging" é papo de preguiçoso, hein. Também adoro posts 'com qualidade', mas uma coisa não exclui a outra. Que o diga a Dona Daniela Arrais, que manda bem na quantidade com muita qualidade.

* Eu acordei um dia e cansei de escrever. Cansei não é a desculpa certa, já que enchi um caderninho todo de anotações "pro blog" que não vingaram. Eu culpo o Goggle Reader, essa ferramenta quase do mal que rouba horas e mais horas do meu dia. E também porque depois das maravilhas do twitter e depois de 1200 feeds diários você se dá conta de que todo mundo fala sobre a mesma coisa, logo, escreve sobre a mesma coisa. E de repente ficou muuuito mais legal saber o que os outros pensam, e deu aquela preguiça danada de dizer o que eu penso. Até porque só eu me importo com isso mesmo. =))

* Preguiça de lado, mas ainda com uma falta de assunto vergonhosa, decidi voltar aos poucos. Beeem aos poucos. Devo avisar que, antes de sentar para escrever esse mini-fake-post (ainda fora das novas regras ortográficas), fiz questão de ler os feeds "de férias" um a um. E quanta receita favoritada (thanx, meninas do Frango!) e links para sites legais e textos imperdíveis... Valeu o esforço e a dor nas costas. Até puxão de orelha da Juliana-Azar-O-Seu eu levei (funcionou!). E gente... o Matias não tira férias, não?

* Um sensacional 2009 (a.k.a.: com saúde pra toda família, dindim de sobra para festivais internacionais e com projetos que finalmente vão sair do papel) para a galere!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Suzi Quatro

ANTES...


...DEPOIS.


* As meninas vão ter que concordar comigo que não é fácil se manter fiel ao mesmo corte de cabelo por tantos anos!

* Eu jogaria um DOVE-controlador-de-frizz ali no "depois". Sou bem tonta e acredito em todas as propagandas da Dove. Do hidratante que deixa a pele firme e sem estrias (aham) aos inúmeros cremes de cabelo que prometem loucuras. Não vejo mudança alguma, mas sinto menos peso na consciência. O banheiro está um colorido só: tem o azul para danificados, o verde para cacheados, o dourado para rebeldes, o branco para quebradiços e agora o rosinha para o frizz-therapy.

* "Frizz Therapy", pensa. Bota a palha no divã! =))

* Para relembrar, Suzi Quatro ao vivo em um programa alemão (classe!) com seu mullet nervoso em ação. Adorava a gritaria que essa mulher fazia:

"I'm Loving Aliens Instead"

* Típico post que começa em um lugar e acaba em outro nada a ver. Primeiro eu vi uma ilustração ótima de alguém que me lembrava o Dago. Era o Robbie Williams, na sua fase barbuda e amante de ETs.

* Achei um documentário, outras fotos, etc.

* Daí quis saber de quem era o desenho. E através dele acabei caindo de novo na "agência" de ilustração mais bacana que eu conheço, a Heart Agency. E daí já nem sabia mais sobre quem-ou-o-que eu iria escrever, então juntei tudo num post só.

* Para começar, a ilustração da Josie Jammet:

O Robbie tá ou não tá meio Dago?

* Foto da minha revista amassada porque nem tudo se acha no Google, gente!

* No Daily Mail tinha essa fotinho do antes & depois:

Prefiro o da esquerda, mesmo que lelé

* Vocês devem se lembrar que ele abandonou a carreira no final do ano passado (a imprensa gosta de chamar isso de "hiato") para se jogar na rehab e sair pelos EUA -mais precisamente pelo deserto de Nevada- a procura de OVNIs. No documentário Robbie Williams and The Journey to the Other Side da BBC (não achei trechos no YouTube), o jornalista e documentarista Jon Ronson o acompanha nessa "jornada". E também no desenho ali, fazendo cara de pensador.

* Ao Guardian, em um texto láá de abril linkado no final do post, ele relata a experiência.

* Mas no Google se acha o trabalho da Jammet, que todo mundo já deve conhecer de algumas ilustrações para a Rolling Stone.

* A que abre o post não está no site oficial, mas você pode conhecer outras aqui. Não curto muito a da Kate Moss, para dizer a verdade. Achei muito retrato "praça da República", se é que vocês me entendem. Mas tem muita coisa legal no portfolio.

By Josie Jammet

* Já falei deles uma vez aqui, e acabei caindo lá de novo por acaso. Ela faz parte da galeria de ilustradores da Heart Agency, que merece um post a parte.

* Enquanto esse post não vem, escolhi um trabalho engraçadinho do ilustrador Scott Garett:


--> Links:

* Para passar horas fuçando enquanto você finge que trabalha: [ Heart Agency ]

* Para tentar entender a fase UFO-descontrol do Robbie Williams: [ "Loving Aliens Instead" ]

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Uma boa idéia, não?


* Olha que idéia genial que eu vi lá no blog Design Milk!

* Eu escolheria: The Office (de preferência o poster-lambe-lambe que saiu na edição de setembro da Rolling Stone), My Name Is Earl (idem. O Earl de David Bowie não tem preço), The Big Bang Theory, LOST, Heroes, Dexter, House, e Family Guy.

* E vocês? Tirei da lista alguns que eu adoro, mas que dariam quadros horríveis, tipo o 'Till Death (ok, talvez só eu assista a esse) e Two and a Half Men. E Ugly Betty (que "é feia, mas tá na moda", segundo a SONY).

* E só coloquei as atuais, porque se a gente for pensar nos seriados que ficaram nas reprises, as paredes da casa somem.

* Mas a história dessa foto é muito mais legal que isso e só para não deixar o post muito comprido, é basicamente uma casa em exposição em NY com uma decoração inspirada em seis seriados americanos ("Californication, Dexter™, The L Word®, The Tudors and Weeds")!

* Dá para fazer um tour virtual no site. Olha que incrível a sala de jantar inspirada no... adivinhem:


... no Dexter, claro! Atenção aos detalhes! Prato manchado de sangue e tubinhos de ensaio com vinho tinto:


--> Sinta Inveja:

[ Leia o post no blog de decoração Design Milk ]

[ Faça um tour virtual pela casa ]

* A casa está aberta para visitação em NY (sniff) até o final de outubro.

Basia Bulat

* Demorou muuuito, mas finalmente saiu o CD "Oh, My Darling" da cantora Basia Bulat. Eu adoro. O vídeo abaixo também é novo, mas a música já roda pelos blogs há um bom tempo.

Basia Bulat - The Pilgriming Vine


* Os desenhos que enfeitam o site oficial são bem bonitos, passem por lá. Como manda um bom folk: o menu é todo feito com passarinhos! *cute*

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Rolling Stone - Setembro

Rolling Stone gringa de setembro

* E agora que o dólar sobe todo feliz, como a gente faz pra comprar NYLON, Rolling Stone, Entertainment Weekly e WIRED, Brasiiiil? Comofas//?

* Momento inflação descontrol nas bancas!

* Não está incrível a Rolling Stone deste mês? Começa pela capa (acima), daí vem um texto ótimo sobre o oba-oba no "Planeta Obama" e tem o David Letterman "na flor da idade" no recheio. Quando ele tinha cabelos encaracolados a la Billy Crystal em "Harry e Sally", usava bermuda de jogador de golfe, camisa pólo Lacoste e etc. Tive até a paciência inédita de ler uma matéria INTEIRA da Rolling Stone.

* E quase que deixo a revista de lado sem ter visto isso:

Foto tosca by my digicam

* Uma sequência de "lambe-lambe" chamando atenção para as novas temporadas dos seriados e usando capas de vinis memoráveis. A do My Name Is Earl é a melhor, mas não posso ignorar o Michael Scott nessa:


Un.F*cking.Believable, Little Gordon!

* É só ficar uma semana sem ler os feeds e eu perco uma coisa dessas.

* O Pequeno Gordon Ramsay é muito mais fofinho que o original, claro, mas tão boca-suja quanto. Adooro a carinha dele de frustração com o péssimo atendimento no restaurante. E a ameaça à Tia da Merenda com uma lingüiça em punho??? Nem sei qual escolher para colocar aqui.

* Sem dúvidas, o viral do ano, "yeah"??

F*ck Me! Little Gordon Parte 3



--> Para acompanhar:

[ Site Oficial do Little Gordon Ramsay ]

[ Little Gordon, Parte 1 ]

[ Little Gordon, Parte 2 ]

* E aqui, o grande Gordon assiste ao Pequeno no programa do Jay Leno:

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Regrinhas básicas de convivência


* Achei engraçado o texto da colunista do Times Carol Midgley, sobre "conselhos sensatos". A coluna não é nova, saiu na revista de março, mas estava aqui separada há um tempo.

* Como o forte dela é moda, ela parte do princípio de que há um lista de regras subentendidas em toda amizade. Um dos mandamentos, que segundo ela, nunca deve ser quebrado é: Não Emprestarás Sua Roupa Preferida à Melhor Amiga. Vai dar em inimizade na certa e ela tem seus exemplos práticos para comprovar.

* Os outros conselhos sensatos para a vida, no texto de Midgley, são:

1- Nunca corte a franja do cabelo quando estiver bêbada

2- Dê esmolas, porque aquele pedinte pode ser um Deus disfarçado

3- Não tire meleca no trânsito

4- Seja sempre legal com os filhos, porque são eles que vão escolher o seu asilo no futuro.

EXPOSED

* Eu acrescentaria várias outras coisas, mas ultimamente meus conselhos são:

5- Nunca use o twitter como um divã. Muito menos como um confessionário. Ele também não é um posto de saúde, nem seu Party Shuffle do iTunes.

6- Não pergunte quanto alguém "tira por mês". O fato de você ter parafraseado o "qual o seu salário" não faz diferença alguma. Eu ainda acredito em etiqueta.

7- Nunca pergunte a um casal se eles estão "pensando em ter filhos". Ou a um casal de namorados se eles pensam em *"juntar os trapinhos" (*gorfo). Se isso te interessasse, eles botariam no twitter.

8- Nunca pergunte a uma mulher com mais de 30 anos se ela "pensa em engravidar". Faz parecer que o prazo de validade dela está quase se esgotando. Ninguém pergunta a um homem solteiro se ele quer ter filhos. Mas eu já ouvi essa pergunta até em um velório.

8- Não faça cara de espanto se ela responder "não" à pergunta acima. Se "ela" fosse "ele", você acharia a resposta "ambiciosa".

--> Quase Relacionado:

* Achei ótima a coluna da Tania Menai na Revista TPM de agosto. O título era "Já Engravidou Hoje?" e falava sobre o choque cultural que uma (quase)americana leva ao escutar a pergunta "e aí, tá tentando engravidar?" de uma brasileira.

* "Para onde foi a etiqueta social?", ela pergunta. Eu ju-ro que não sei.

--> Para ler:

[ Já Engravidou Hoje? ]

[ Coluna da Carol Midgley no Times ]

Perdi, galere?

* Eu acabei de dar de cara com esse poster e me liguei que esqueci completamente desse filme! E aí, alguém viu? Eu já nem sei mais se ele passou por aqui ou se foi/vai direto para as locadoras. Dei um google e ele não está em cartaz, mas um site dizia que ele estava em cartaz em julho! Eu perdi mesmo essa?

* 32 kilos depois, Jared Leto fazendo o Mark Chapman. Vivendo um par romântico com Lindsay Lohan (sério), a "Jude". E um John Lennon interpretado por um ator que tem, na vida real, o mesmo nome do assassino dele: Mark Chapman. Tudo muito bizarro. Logo, quase-interessante.

* Aliás, segundo o wikipedia, esse "Mark Chapman ator" já havia tentado ser o Lennon em um outro filme de 1985, mas foi dispensado quando seu verdadeiro nome foi revelado. Que sina, hein, só isso já dava um outro roteiro!

---> Links:

[ O antes e depois de Jared Leto: de Emo a Gordo Psycho ]

[ mais sobre o filme ]

* Confesso que nem achei o trailer tão ruim quanto falavam.

Trailer "Chapter 27"

terça-feira, 9 de setembro de 2008