sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Tá no sangue

Meu pai, todo mundo sabe, sempre foi uma pessoa ligada à música. Do jeito dele: em casa, às 7 horas da manhã você tem a sensação de ter acordado dentro de um baile.

Ele tem vinis absurdos, e que hoje moram aqui comigo, como os do David Bowie, e da Suzi Qautro ( !!! ), por exemplo.

Daí ele teve a fase country, depois a de blues (também herdei esses), e agora se fixou na grandes orquestras de jazz. As "big bands", como ele diz.

Não bastasse ele ser o tesoureiro da Igreja, ele agora virou o Presidente do Clube. O Clube está falido, mas ele não desiste nunca.

E esse é meu pai fazendo tudo pela cena.

* orgulho!

2 comentários:

Lucasof disse...

Aprendi a gostar do meu e seu amor por pequenas causas, grandes vinhos e temperos, mas queria um pai engajado no clube e amigo do Wynton Marsalis (bem me lembro de Orchestra nas madrugadas da Globo)!

Y semana de fiesta, Tica! Que rufem las maracas!

Beijo do Lucasof ouvindo Jazz Essentials via MSN Radio.

Paula disse...

Eu amo meu pai!!!!
E todo mundo disse que ele é o Serra...e eu sou a Vandinha!!!! Saco!