sábado, 10 de março de 2007

Quiche com Elvis Presley

Nosso pub preferido virou um restaurante de verdade com pratos finos e vinhos para acompanhar.

Fui jantar na Casa Belfiore semana passada. Tudo está como foi deixado, só o cardápio mudou. Saíram os deliciosos hambúrgueres (eles migraram para o Clube Belfiore, que fica ali perto), e entraram opções refinadas, como vitela e quiches de shitake.

Como minha especialidade não é essa, e como não consigo linkar diretamente ao post da Alê no Comidinhas, copiei a foto e alguns trechos mais detalhados dos pratos do dia.

Eu pedi essa quiche ao lado, de shimeji & shitake ao curry. Hummm, deliciosa. Adorei as amêndoas na salada. Infelizmente não sou muito fã de coisas saudáveis, e esses detalhes fazem a diferença.

A foto não é minha e esse trecho abaixo também não. Palavras da Alê:

Na sexta-feira as opções eram: "ossobuco de vitela, salmão grelhado sobre cama de polenta gratinada e quiche de shimeji e shitake com leve pitada de curry (...).
O cardápio do CB–restaurante traz duas opções de pratos e uma de quiche por dia, sempre diferentes. Tem algumas brincadeiras interessantes com curry (frango) e pimenta jalapeno (carne).

(...) a entrada era torradinhas de pão sírio com homus (bem caseiro, com gosto forte de alho, do jeito que eu gosto) e berinjela em conserva picada bem fininha. E a sobremesa, cookies de chocolate caseiros com sorvete de creme e Drambuie. E ainda por cima, toca música boa e tem Guinness."

Nem deu para sentir falta da agitação roqueira que existia por lá.

Foto e trecho do blog de dar água na boca, Comidinhas.

Casa Belfiore – restaurante: rua Sousa Lima, 67, Barra Funda. Tel: 3822-1364

Um comentário:

Pamela disse...

Oi, Ana!

Obrigada pelo comentário lá no blog da Sortilégio. A parceira portuga foi mesmo uma grande coincidência. Nós três já éramos fãs da nova música de Portugal e o destino simplesmente colocou a gente no mesmo caminho. Primeiro eu conheci a Kátia, logo depois conheci a Mariana e, em pouco tempo, apresentei uma a outra. Todas queriam dar um jeito de unir musicalmente os países-irmãos e tornar mais conhecida a produção de lá, e, quando a gente viu, a Sortilégio tava nascendo! O resto é história. ;)

Ah, eu também prefiro o indie gordinho. Tipo um Ben Gibbard.

Beijos,

Pamela